sexta-feira, 28 de maio de 2010

0 comentários

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Realejo

0 comentários
Será que a sorte virá num realejo?
Trazendo o pão da manhã, a faca e o queijo
Ou talvez um beijo teu que me empreste a alegria
Que me faça juntar todo resto do dia
Meu café, meu jantar
Meu mundo inteiro
Que é tão fácil de enxergar
E chegar

Nenhum medo que possa enfrentar
Nem segredo que possa contar

Enquanto é tão cedo, tão cedo

Enquanto for um berço meu
Enquanto for um terço meu

Serás vida bem vinda
Serás viva bem viva
Em mim

Será que a noite vira num vilarejo
vejo a ponte que levara o que desejo
admiro o que há de lindo e o que há de ser… você

Enquanto for um berço meu
Enquanto for um terço meu

Serás vida bem vinda
Serás viva bem viva
Em mim

“Os opostos se distraem
Os dispostos se atraem”

segunda-feira, 17 de maio de 2010

segundas, festas, rotinas.

0 comentários

Depois de um super final de semana eis que surge a segunda feira, de novo e de novo, parece que ela nunca cansa de aparecer pra nos lembrar de que a vida não é só festa. As vezes eu penso que poderia ser, mas aí percebo que tem tanta coisa boa no trabalho, no estudo e que se fosse só festa a gente ia enjoar, como a segunda-feira. É próprio do ser humano, tudo que vira rotina cansa. O bom das festas é que elas só acontecem de vez em quando e nunca uma é igual a outra. Próprio de quem odeia cair na rotina.
Segunda é dia de arrumar a bagunça, tirar as roupas velhas do armário e doar pra quem precisa, por fotos novas no mural e mudar um pouco a cara do quarto. Essa segunda em especial é pra organizar a vida pra uma nova fase que chega na sexta-feira (junto com mais festas). Ficar velha assusta um pouco né? mas ao mesmo tempo é bom, é o sinal de que estamos vivos e de que estamos aqui, num mundo cheio dessas festas, segundas, rotinas, bagunças, enfim de tudo aquilo que faz parte de nós.


Amanhã insiste em tomar o lugar de Hoje...tanto que este já foi devorado por Ontem que tá perdido desde a meia noite sem saber se é dia ou noite.

Pena

0 comentários
O poeta pena quando cai o pano
E o pano cai
Um sorriso por ingresso
Falta assunto, falta acesso
Talento traduzido em cédula
E a cédula tronco é a cédula mãe solteira

O poeta pena quando cai o pano
E o pano cai
Acordes em oferta, cordel em promoção
A Prosa presa em papel de bala
Música rara em liquidação

E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
A Luz acesa
Lá se dorme um sol em mim menor

[Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior]

O palhaço pena quando cai o pano
E o pano cai
A porcentagem e o verso
A rifa, a tarifa e refrão
Talento provado em papel moeda
Poesia metamorfoseada em cifrão

O palhaço pena quando cai o pano
E o pano cai
Meu museu em obras, obras em leilão
Atalhos, retalhos, sobras
A matemática da arte em papel de pão

E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
A luz acesa
Já se abre um sol em mim maior

[Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior]

domingo, 16 de maio de 2010

Pra todo fim...

0 comentários


Depois de exatos 4 anos sem postar, retorno, ou pelo menos tento, já que a vida anda assim tão louca, tão corrida, tão estranha


O meu recomeço. cheio das minhas frustações com as minhas escolhas, cheio de dúvidas em relação ao meu futuro tão presente, cheio de sonhos que as vezes, na verdade quase sempre, parecem inalcansáveis.


Recomeçar é uma arte, reconhecer todos os erros e perceber que nunca é tarde pra erguer a cabeça e sair andando, ignorar os fatos e revisar os atos. Recomeçar é assim, uma brincadeira, aquelas que a gente tem que aprender quando criança, já que quando viramos gente grande tudo fica mais difícil.


Espero que esse recomeço faça algum sentido. E se não fizer pelo menos serve de incentivo.