terça-feira, 14 de dezembro de 2010

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Hey estrelas, vocês estão ai.
Iluminando a noite escura e fria.
Nos trazendo sossego. Serenidade. Alento.
Tão silenciosas. Tão belas.
Tão misteriosas. Tão sedutoras.
Amai para entendê-las", diz Bilac.
Pois eu digo: não é preciso entendê-las.
Basta observá-las.
Admirá-las.
Sonhá-las.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

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Lamentavelmente eu sou assim. Um tanto disperso. As vezes desapareço. Pois depois recomeço. Mas antes me esqueço.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

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Hoje tem palhaçada? Tem sim, senhor.
Hoje tem marmelada? Tem sim, senhor.
E o palhaço o que é?
Sorrisos. Alegria. Alma. Sonho. Desejo. Emoção. Esperança. Brilho.
Se palhaço fosse mesmo ladrão de mulher, adoraria ser roubada por um!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Férias

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Pé na estrada
na bagagem só o essencial
para sobreviver
aos dias sem celular
sem computador
sem horários...
em cada curva no caminho
deixo para trás
aquela vozinha me lembrando
que na volta tudo estará
do mesmo jeito...
E daí?
Quero curtir
quero ser inconsequente
dormir tarde
acordar mais tarde ainda
caminhar no calçadão
ler meus livros empoeirados
ver filme na madrugada
badalar na madrugada
namorar na madrugada
vou me desligar do mundo
estou de férias...
Cláudia Sabadini

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

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Sinceramente? Não sei o que quero.
Sou um poço de indecisão e isso me tortura.
Amo, sim, mas não demonstro.
Seria eu um montro?
Pode ser que sim.
Crio falsas expectativas nas pessoas mais puras.
Torturo, iludo e sei lá mais o que se possa fazer.
E pior: faço com quem não merece.
Mas também, pode ser que não.
Não é intencional.
É aquele meu jeito estranho de ser.
Meu jeito sozinho.
Essa é a minha forma de me progeter.
De quem?
Talvez de mim mesmo. Não sei.
Ou talvez do mundo inteiro.
Boa pergunta.
Para a qual, infelizmente, não tenho resposta.
Ainda.

domingo, 21 de novembro de 2010

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um riso sem um
rosto(um olhar
sem um eu)
cuida
do(não to
que)ou
desaparec
erá semru
ído(na doce
terra)&
ninguém
(inclusive nós
mesmos)
relem
brará
(por uma fra
ção de
um mo
mento)onde
o que como
quando
por que qual
quem
(ou qualquer coisa)
e.e. cummings

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Yasmin

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Cante, pule, grite, mas os faça na hora e lugar certos pra não parecer idiota.
Seja sério quando tiver que ser.
Seja gentil com as pessoas.
Ajude os outros sempre que puder e quando não puder deseje que tudo na vida deles se resolva da melhor forma possível.
Diga a seus pais que os ama. É o mínimo que eles merecem.
Ajude em casa.
Estude. Seja responsável.
Goste de crianças. Elas são puras.
Cuide do mundo em que vive. Ele não é só seu.
Seja você mesmo, mas observe as outras pessoas. Elas podem lhe ensinar coisas que farão uma diferença enorme na sua vida.
Veja filmes. Ouça músicas. Leia livros.
Correção: Veja bons filmes. Ouça boas músicas. Leia bons livros. Saiba escolher.
Tudo terá seu lado bom e seu lado ruim. Saiba tirar proveito de cada situação.
Olhe as estrelhas. Assista ao por do sol. Sinta o cheiro da chuva. Veja a grama crescer.
Acredite em algum ser superior. Deus, Buda, Alá, o que for, mas não se submeta a eles. Tenha-os como apenas um dos pilares que o sustenta, os outros ficam por sua conta.
Seja forte, mas permita-se chorar e pedir ajuda.
Ao fim do dia, agradeça por ele.
Faça tudo com amor.
Tenha seus 5 minutos e durante eles, extrapole.
Sonhe. Agarre-se aos sonhos com unhas e dentes. São eles que nos movem.
Tenha muitos conhecidos, mas reserve a um grupo seleto o direito da amizade.
Ame. Pessoas, animais, coisas. Ame e permita-se ser amado.
Ao fim de tudo, verá que a vida não é fácil.
Que percorremos caminhos longos e árduos em busca da tal felicidade, mas ela existe.
Não deixe que lhe digam o contrário.
Ela está em cada momento vivido, cabe a você reconhecê-la.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Solidão

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Abandonei completamente meu blog, tadinho, mas estou passando por uma fase de total bloqueio (até parece coisa de escritora de verdade, mas enfim). Meus dias tem se resumido a ficar em casa, não que isso seja ruim, pelo contrário, não tem lugar melhor que a casa da gente, mas ao mesmo tempo em que ela é aconchegante ela pode ser solitária, como meus últimos sábados, domingos, feriados. Não é falta de ninguém em especial, é falta de alguém conversando ou só do meu lado vendo tv, como era antes. Não culpo ninguém a não ser eu mesma por isso, meus pais trabalham horrores e merecem descansar, sou eu com minha mania de gente, com minha necessidade de agito e tudo mais (males de filha única). Enfim, talvez eu saia hoje ou amanhã, não sei, talvez eu continue em casa aprendendo a estar comigo mesma, afinal somos nossa melhor companhia, não é? Tudo pode acontecer nesse mundo tão pirado, mas tão bom em que a gente vive e, sem dúvida, tudo tem uma razão de ser.


"Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite. " (Clarice Lispector)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

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Sou boneca, sou palhaço.
Sou menino, sou menina.
Busco um mundo que nem sei se existe.
Busco um mundo que sorri sob as lonas de um circo.
O circo da vida.
O circo que alegra,
emociona,
engrandece.

Hoje, outro circo surgiu. Diferente.
Que circo é esse que deixa olhos tristes?
Que circo é esse em que o palhaço não sorri?
Não faço parte desse circo.
Faço parte daquele.
Quero aquele.
Onde ele está?

sábado, 23 de outubro de 2010

Semana Acadêmica

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Bom, depois de tanta loucura numa única semana, resolvi registrar esse momento. Tentei encontrar uma palavra só pra definir o que foi tudo isso, mas não encontrei. Foi um misto de confusão, diversão, estresse, depressão, ódio, conhecimento enfim, foi tudo ao mesmo tempo. E essa é a grandeza da coisa. Um dia nós tentávamos nos matar, no outro nos amávamos. Muitas tudo deu errado, mas um único momento certo fez com que todo o resto fosse esquecido. Pra mim o que ficou foram as amizades, nossa eu conheci muita gente legal, seja o pessoal da organização, sejam os palestrantes. Cresci como pessoa essa semana. Me realizei de uma forma que nunca tinha acontecido. Foi estresse totaal, mas foi bom. Já to morrendo de saudades de todo mundo. Enfim, espero que tenha sido a primeira de muitas. Valeu muito a pena mesmo.

E, sem esquecer, meus sinceros agradecimentos a todos pela oportunidade e por me aguentarem essa semana. Já amo todos vcs.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

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Escolhe o amor ou o mundo?
Escolhe o mundo e sentirá uma tremenda falta do amor, uma dor que jamais imaginara sentir antes.
Escolhe o amor e ele te fará feliz, te levará as estrelas. Lá te pregará peças e por fim te abandonará. E tu permanecerás lá, vendo o mundo girar e pensando porque não escolheste mundo.

domingo, 26 de setembro de 2010

Frases de açúcar

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Essas semanas corridas acabam com qualquer um né? Prova, trabalho, aula, dar aula (!), cozinhar, faxinar, ufa, cansei. ahaha. Enfim, outro dia depois de uma dessas andanças, depois de uma palestra e de entregar um trabalho, fiz aquela pausa básica pra um café, na ilustre companhia do Régis e da Katrine. Eu e a Ka, frequentadoras assíduas do café, percebemos que a marca do açúcar (??) tinha mudado. Além de adoçar mais, os sachês tinha imagens e frases interessantes, aquela coisa meio auto-ajuda, sabe, mas foi tão legal aquela descoberta. Tipo, como alguém colocaria frases de incentivo ou como quiserem chamar em um sachê de açúcar? A retardada aqui achou o máximo, tá. Enfim, foi um detalhe que nós conseguimos perceber depois de um dia tão corrido. Nós podíamos simplesmente ir lá, tomar o café, conversar com o pessoal e pronto, não perceberíamos nada, mas nós resolvemos prestar atenção em uma coisa simples e isso fez a diferença no final do meu dia. Diferença total. Vale a pena se ligar nos detalhes que estão por aí, eles podem revelar coisas importantes que só agregam nossa vida.

E se interessa, as frases do açúcar:

- procure equilíbrio em tudo

- ria mais de si mesmo

- beije mais

- invente menos problemas

- se apaixone mais vezes pela mesma pessoa

- diga menos não

- abrace mais amigos

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

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Descobri, bom na verdade estou descobrindo, que muito do que a gente considera problema é coisa da nossa cabeça. E não para por ai, não são só os problemas, são medos infundados, são falsos amores, aquelas coisas que a gente idealiza, meio assim de bobo mesmo, que ficam martelando a nossa pobre cabecinha, tomando lugar de coisas muito mais importantes. Pode parecer amor mal-resolvido/correspondido/entendido, mas todo aquele amor que pensamos ter/sentir por alguém muitas vezes é o que nós gostaríamos que existisse, mas que de fato não existe. Isso se aplica aos medos e a todos os problemas que invadem nossa vida. Muitas vezes nos agarramos ao medo porque não queremos fazer algo ou porque o desafio é tamanho que não nos achamos capazes. O medo, nesse caso, é nossa válvula de escape. É meio que ocupar a cabeça para que bobagens ainda maiores não a ocupem. Aí eu paro e pergunto: com tantas coisas interessantes por aí livros, filmes, músicas, grama pra cortar, casa pra limpar, porque a gente ocupa nosso precioso cérebro com pensamentos tolos? Infelizmente essa resposta eu ainda não tenho, mas as vezes um ter amor mal-resolvido/correspondido/entendido, mesmo que idealizado, traz uma sensação diferente daquela de cortar a grama e os medos podem ser capazes de nos transformar em alguém mais forte. Sei lá, nossa mente é uma coisa tão confusa. Tão confusa quanto o que sentimos, mas toda essa confusão faz parte do ser humano. Ou pelo menos de mim.

sábado, 4 de setembro de 2010

Eu sou Alice

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Essa semana assisti à Alice no País das Maravilhas. Demorei um pouco, aliás foi bastante. Não sei porque hesitei tanto em assistir, talvez tivesse medo de me decepcionar. Criei certa expectativa em relação ao filme, a história é ótima e uma adaptação desse porte é arriscada. Mas eu adorei o filme, Tim Burton fez um trabalho maravilhoso. Fotografia, figurino, trilha, elenco. Apesar de no início ter achado Mia Wasikowska (Alice) meio sonsa, ela se revelou junto com a personagem e Jhonny Deep (Chapeleiro Maluco) estava incrível. Corrigindo, Jhonny é incrível. Como era de se esperar me encontrei em Alice, não na Alice do final que luta com o Jaguadarte, mas com a Alice inicial, meio perdidona e aspirante a maluca - faço uma pequena pausa pra lembrar de um dos trechos mais expressivos do filme quando ela confessa a seu pai que acha que está louca e ele diz: "Você é completamente maluca. Mas, vou te contar um segredo. As melhores pessoas são assim…” - As vezes não sabemos quem somos ou o que queremos, o mundo é tão farto de tudo, menos de clareza, nos perdemos em nossos devaneios enquanto as outras pessoas nós podam por sermos distraídos e malucos e, como consequência, perdemos nossa "muiteza", assim como Alice. Se as melhores pessoas são loucas porque tentamos ser o que não somos só para parecermos normais? Eu quero cultivar minhas loucuras e reencontrar minha "muiteza", é uma questão de personalidade. Eu sou assim. Mudar é preciso, mas só quando for para melhor e por você mesmo. Enfim, essa é minha maneira de terminar um sábado, buscando mais de mim. Quanto aos outros? Cada um sabe de si. "Boas lonjuras, Alice."

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Wouldn't It Be Nice - The Beach Boys

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Wouldn't it be nice if we were older
Then we wouldn't have to wait so long
And wouldn't it be nice to live together
In the kind of world where we belong

You know it's gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together

Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through

Happy times together we've been spending
I wish that every kiss was never ending
Wouldn't it be nice

Maybe if we think and wish and hope and pray
It might come true
Baby then there wouldn't be a single thing we couldn't do
We could be married
And then we'd be happy
Wouldn't it be nice

You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But let's talk about it
Wouldn't it be nice

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Por uma vida nova

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Não exatamente vida nova, na verdade é uma realidade diferente. Adeus Direito, olá Jornalismo. Como eu disse pra minha mãe, posso tá quebrando a cara, ou posso vir a quebrar ela, mas pelo menos eu sei que eu to indo atrás do que eu quero e ninguém mais. Nem pai, nem mãe, nem vô, nem vó. Sou eu, sendo adulta e tomando minhas próprias decisões e convicta de que com ela vem as consequências, sejam elas boas ou ruins, vou encarar de frente, afinal é pra isso que eu to aqui né. O mundo nunca foi de quem fica acomodado com as decisões alheias, não é? Então se jogaa! Não me arrependo do tempo que passei no Direito. Ele serviu pra que eu conhecesse as pessoas maravilhosas que hoje eu tenho como amigos, serviu pra eu crescer ainda mais como pessoa, serviu pra eu ter certeza do que eu tava fazendo. E agora eu tenho!
E um poquinho de Martha Medeiros:
"É preciso saber viver sem um suporte contínuo, para que se possa firmar o próprio caráter. Quem não sai da barra da saia da mãe, nunca consegue se equilibrar sozinho. Quem não solta a mão do pai não vira homem.
Não se trata de dispensar amor. Estamos falando de rodinhas, lembre. Apoio.
Quando é que sabemos que estamos aptos a andar por nossa conta? Se o assunto é bicicleta, aos 5, aos 6, aos 7, até aos 10 anos, dependendo do ritmo e da estabilidade de cada um.
Quando se trata da vida, também depende. M as usá-las para sempre te impedem de sentir o gostinho de conseguir, de vencer, de atingir suas metas por si só.
Te impedem de perguntar: Viu?
Permita que os outros vejam o quando você pode.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

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É sempre amor mesmo que mude...
Amor de amigo
Amor de gostar da companhia
Amor de amar, simplesmente por serem ou terem sido especias em nossas vidas.

É sempre amor mesmo que mude...
Mesmo que já não se vejam como antes, ou nem se vejam mais.
Se já não conversam com tanta frequência, ou nem conversem mais.

Sempre vai ser amor, mesmo que mude o jeito de amar.
Pois um sentimento que foi amor um dia, nunca deixa de ser amor.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Realejo

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Será que a sorte virá num realejo?
Trazendo o pão da manhã, a faca e o queijo
Ou talvez um beijo teu que me empreste a alegria
Que me faça juntar todo resto do dia
Meu café, meu jantar
Meu mundo inteiro
Que é tão fácil de enxergar
E chegar

Nenhum medo que possa enfrentar
Nem segredo que possa contar

Enquanto é tão cedo, tão cedo

Enquanto for um berço meu
Enquanto for um terço meu

Serás vida bem vinda
Serás viva bem viva
Em mim

Será que a noite vira num vilarejo
vejo a ponte que levara o que desejo
admiro o que há de lindo e o que há de ser… você

Enquanto for um berço meu
Enquanto for um terço meu

Serás vida bem vinda
Serás viva bem viva
Em mim

“Os opostos se distraem
Os dispostos se atraem”

segunda-feira, 17 de maio de 2010

segundas, festas, rotinas.

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Depois de um super final de semana eis que surge a segunda feira, de novo e de novo, parece que ela nunca cansa de aparecer pra nos lembrar de que a vida não é só festa. As vezes eu penso que poderia ser, mas aí percebo que tem tanta coisa boa no trabalho, no estudo e que se fosse só festa a gente ia enjoar, como a segunda-feira. É próprio do ser humano, tudo que vira rotina cansa. O bom das festas é que elas só acontecem de vez em quando e nunca uma é igual a outra. Próprio de quem odeia cair na rotina.
Segunda é dia de arrumar a bagunça, tirar as roupas velhas do armário e doar pra quem precisa, por fotos novas no mural e mudar um pouco a cara do quarto. Essa segunda em especial é pra organizar a vida pra uma nova fase que chega na sexta-feira (junto com mais festas). Ficar velha assusta um pouco né? mas ao mesmo tempo é bom, é o sinal de que estamos vivos e de que estamos aqui, num mundo cheio dessas festas, segundas, rotinas, bagunças, enfim de tudo aquilo que faz parte de nós.


Amanhã insiste em tomar o lugar de Hoje...tanto que este já foi devorado por Ontem que tá perdido desde a meia noite sem saber se é dia ou noite.

Pena

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O poeta pena quando cai o pano
E o pano cai
Um sorriso por ingresso
Falta assunto, falta acesso
Talento traduzido em cédula
E a cédula tronco é a cédula mãe solteira

O poeta pena quando cai o pano
E o pano cai
Acordes em oferta, cordel em promoção
A Prosa presa em papel de bala
Música rara em liquidação

E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
A Luz acesa
Lá se dorme um sol em mim menor

[Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior]

O palhaço pena quando cai o pano
E o pano cai
A porcentagem e o verso
A rifa, a tarifa e refrão
Talento provado em papel moeda
Poesia metamorfoseada em cifrão

O palhaço pena quando cai o pano
E o pano cai
Meu museu em obras, obras em leilão
Atalhos, retalhos, sobras
A matemática da arte em papel de pão

E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
A luz acesa
Já se abre um sol em mim maior

[Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior]

domingo, 16 de maio de 2010

Pra todo fim...

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Depois de exatos 4 anos sem postar, retorno, ou pelo menos tento, já que a vida anda assim tão louca, tão corrida, tão estranha


O meu recomeço. cheio das minhas frustações com as minhas escolhas, cheio de dúvidas em relação ao meu futuro tão presente, cheio de sonhos que as vezes, na verdade quase sempre, parecem inalcansáveis.


Recomeçar é uma arte, reconhecer todos os erros e perceber que nunca é tarde pra erguer a cabeça e sair andando, ignorar os fatos e revisar os atos. Recomeçar é assim, uma brincadeira, aquelas que a gente tem que aprender quando criança, já que quando viramos gente grande tudo fica mais difícil.


Espero que esse recomeço faça algum sentido. E se não fizer pelo menos serve de incentivo.