
Descobri, bom na verdade estou descobrindo, que muito do que a gente considera problema é coisa da nossa cabeça. E não para por ai, não são só os problemas, são medos infundados, são falsos amores, aquelas coisas que a gente idealiza, meio assim de bobo mesmo, que ficam martelando a nossa pobre cabecinha, tomando lugar de coisas muito mais importantes. Pode parecer amor mal-resolvido/correspondido/entendido, mas todo aquele amor que pensamos ter/sentir por alguém muitas vezes é o que nós gostaríamos que existisse, mas que de fato não existe. Isso se aplica aos medos e a todos os problemas que invadem nossa vida. Muitas vezes nos agarramos ao medo porque não queremos fazer algo ou porque o desafio é tamanho que não nos achamos capazes. O medo, nesse caso, é nossa válvula de escape. É meio que ocupar a cabeça para que bobagens ainda maiores não a ocupem. Aí eu paro e pergunto: com tantas coisas interessantes por aí livros, filmes, músicas, grama pra cortar, casa pra limpar, porque a gente ocupa nosso precioso cérebro com pensamentos tolos? Infelizmente essa resposta eu ainda não tenho, mas as vezes um ter amor mal-resolvido/correspondido/entendido, mesmo que idealizado, traz uma sensação diferente daquela de cortar a grama e os medos podem ser capazes de nos transformar em alguém mais forte. Sei lá, nossa mente é uma coisa tão confusa. Tão confusa quanto o que sentimos, mas toda essa confusão faz parte do ser humano. Ou pelo menos de mim.








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